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Recorde Histórico nos financiamentos imobiliários!
   Anthony  Lima  │     25 de fevereiro de 2021   │     16:17  │  0

Ter a casa própria é um grande sonho dos brasileiros. É certo que nem todos conseguem comprá-la a vista e precisam se socorrer ao financiamento imobiliário, o que é natural, pois se trata de um investimento que exige grande quantia monetária.

Ao longo dos anos as taxas de juros vêm diminuindo e isso facilita a aquisição de um financiamento bancário, uma vez que o impacto deles no transcorrer do tempo contratual acaba por influenciar no valor final do empréstimo bancário.

O fato é que o mercado imobiliário voltou a reaquecer com a queda da taxa básica de juros, a qual atualmente encontra-se em 2% ao ano. A título de exemplo, estima-se que em Alagoas o aumento deu-se na ordem de 94%.

Para os economistas esse expressivo aumento deu-se não apenas pelas taxas de juros em patamares mínimos, mas também pelo aumento da rentabilidade de alugueis e a valorização dos imóveis.

Porém o financiamento habitacional não deve ser realizado por impulso, ou seja, sem planejamento, já que o mesmo além de ser de longo prazo, não se limita apenas ao valor das prestações.

É que na composição de um financiamento bancário deve também ser considerado: o seguro habitacional, a taxa de administração do contrato, sistema de amortização do financiamento e o índice de correção monetária.

Assim, alguns cuidados mostram-se necessários antes de firmar o contrato, a exemplo da pesquisa bancária cujo intuito é o de verificar qual instituição oferece as melhores condições de financiamento.

Para efeito de comparativos, é extremamente importante solicitar que o banco lhe apresente o Custo Efetivo Total – CET, este documento demonstra o valor das taxas de juros, o sistema de amortização, seguros e taxa de administração, ou seja, todos os valores e componentes do financiamento, trazendo assim uma noção geral do quanto irá se pagar pelo empréstimo solicitado.

Por outro lado é bom ficar atento para o valor dos seguros e ter ciência de que os mesmos além de serem obrigatórios, podem ser contratados de forma autônoma em outra instituição bancária.

Já no tocante aos índices de correção monetária, a questão merece uma atenção específica já que as instituições bancárias estão apresentando duas modalidades, uma a correção se dá pela Taxa referencial – TR e outra pelo Índice Nacional de Preço ao Consumidor – INPC.

Observem que quando se aplica o INPC o percentual de juros se mostra mais atrativo, pois, geralmente é menor. No entanto, esse índice mede a inflação e em caso de ocorrência de desequilíbrio econômico financeiro no País, pode causar aumento expressivo nas prestações.

Já quando se utiliza a TR como índice de correção monetária, muito embora os juros possam parecer maiores, talvez se mostre mais favorável ao consumidor, em razão do declínio do referido índice, chegando ao patamar de zero, bem como o seu não atrelamento a índices inflacionários.

Portanto observem essas questões na hora de financiar um imóvel e lembre-se sempre de fazer projeções financeiras, de acordo com seus rendimentos familiares.

Este ato visa uma segurança jurídica para você e sua família e com certeza evita dores de cabeça futura ou até mesmo a perda do imóvel.

Fica a dica e até a próxima.

Referência:

Abecip – Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança e https://g1.globo.com/economia/noticia/2021/01/27/financiamento-imobiliario-bate-recorde-historico-e-cresce-58percent-em-2020-diz-abecip.ghtml

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8 dicas que irão te ajudar na hora de comprar um imóvel em leilão público
   Anthony  Lima  │     7 de fevereiro de 2021   │     17:45  │  0

Quando um mutuário deixa de pagar três ou mais prestações, o agente financeiro leva o seu imóvel a leilão e muitas pessoas gostam de participar desse evento, como forma de adquirir seu imóvel ou mesmo para investimento.

Contudo é necessário observar algumas situações, para evitar problemas futuros. Por isso hoje apresentamos 08 (oito) dicas que irão te ajudar na hora de adquiri um imóvel em leilão.

  1. Prefira imóveis desocupados, uma vez que geralmente em caso do imóvel está ocupado pelo antigo mutuário, a desocupação caberá ao arrematante – leia bem o edital;
  1. Verifique se há ações judiciais contra o antigo proprietário do imóvel – Ações judiciais podem comprometer o imóvel, ex.: Execução na qual conste uma penhora sob o imóvel;
  1. Faça uma visita ao imóvel com antecedência, para saber o estado de conservação do bem;
  1. Faça um levantamento de possíveis dívidas do imóvel deixadas pelo antigo proprietário, ex.: Condomínio, IPTU, Energia, etc;
  1. Avalie a melhor forma de pagamento; o Edital do leilão estabelece as regras de pagamento do imóvel;
  1. Analise corretamente o preço de avaliação do imóvel. Procure avaliar o imóvel antes do leilão;
  1. Defina bem um lance máximo;
  1. Não deixe de registrar o imóvel após a arrematação, evitando-se assim futuras dores de cabeça.

Dica bônus: Observe a infraestrutura que cerca o imóvel. Ex.: Supermercados, padarias, pontos de ônibus, hospitais, escolas, etc.

Até a próxima.

 

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